Luís Castro alterou uma série de peças na equipe e na estrutura do vestiário durante o mês de fevereiro
Foto: Luís Castro encontrou nova formação para dar suporte ao time no início de trabalho em 2026.
Lucas Uebel / Divulgação Grêmio Em 35 dias, a distância entre o Gre-Nal 449 e o clássico 450, o Grêmio se reinventou. Do encontro da primeira fase do Gauchão para a partida de ida das finais, o Tricolou mudou metade da equipe titular. Além das trocas, também baixou a média de idade do time que iniciou a partida em um ano.
A derrota por 4 a 2 no Beira-Rio, dia 25 de janeiro, teve Weverton; Marcos Rocha, Noriega, Wagner Leonardo e Marlon; Tiaguinho, Arthur, Tetê, Cristaldo e Amuzu; Carlos Vinícius. Mesmo com a presença do volante de 17 anos, a média de idade do grupo era de 28,1 anos.
Depois das intervenções do departamento de futebol, com as saídas de alguns jogadores reta final da janela de transferências, a média de idade do time da partida de ida das finais do Gauchão tinha 27,1 anos.
Weverton; Pavon, Gustavo Martins, Viery e Marlon; Noriega, Arthur e Monsalve; Enamorado, Amuzu e Carlos Vinícius começaram o clássico do último domingo.
O esquema tático e algumas das opções também foram alteradas de um clássico a outro. Depois de apostar no 4-2-3-1 para iniciar a temporada, o Grêmio joga com um primeiro volante e dois meio-campistas mais adiantados.
A hierarquia das alternativas também foi diferente. Wagner Leonardo e Marcos Rocha perderam espaço. A improvisação de Pavon e o crescimento dos jovens Gustavo Martins e Viery mexeu no sistema defensivo.
O meio também teve Noriega fixado como volante. E Monsalve, recuperado, como jogador mais criativo do setor. Cristaldo e Edenilson, utilizados no Beira-Rio, rescindiram contrato e deixaram o clube. Cuéllar, nem relacionado para o primeiro Gre-Nal de 2026, também teve o contrato encerrado.
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