Time somou apenas dois pontos em 15 disputados na competição
Foto: Inter perdeu para o Atlético-MG fora de casa
Pedro Souza / Atlético Mineiro Falta de qualidade? De tranquilidade? Energia ruim? As interrogações para a má campanha do Inter, que faz seu pior início de Brasileirão desde 1990, aumentam rodada a rodada, na exata proporção da falta de pontos em comparação com a quantidade de chances criadas.
A verdade é que não há uma explicação concreta para os dois pontos conquistados em 15 disputados no Brasileirão.
— Tivemos uma oportunidade na saída de bola. Eles foram ao ataque e fizeram. É um momento ruim que o time está passando. Não tenho explicação para isso — admitiu o técnico Paulo Pezzolano.
Foram 19 finalizações do Inter, seis na direção do gol. Como já havia ocorrido no Gre-Nal, contra Palmeiras, Remo e Athletico-PR, o time construiu mais de uma dezena e meia de conclusões. E, somando todos esses jogos, marcou três vezes. Como fizeram Palmeiras, Remo, Athletico-PR e Grêmio, o Galo também marcou em seu primeiro chute.
O discurso de que o desempenho é bom, mas o resultado não acompanha foi abandonado. É consenso agora:
— Só vamos conseguir melhorar ganhando. Jogando bem ou mal, precisamos é ganhar. Estamos fazendo quase tudo bem. Não estamos fazendo os gols. O que está acontecendo? Temos de mudar isso, é uma energia? Temos de mudar isso para não passar pelo perigo (do rebaixamento) de novo.
Para mudar, treinador e jogadores prometem mais empenho.
— Precisamos nos comprometer ainda mais. Se estamos dando 100%, temos de dar 150%. A torcida tem de seguir acreditando porque o trabalho é muito bom — disse Alan Rodriguez.
Na reapresentação desta quinta-feira (12), esse será um dos temas. É preciso recuperar fisicamente e também o mental. Para enfrentar o Bahia, no domingo, a tendência é de que retornem peças como Mercado, Vitinho e Borré, que sentiram o desgaste da final do Gauchão e foram preservados do início da partida em Minas Gerais.
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