Três motivos para a derrota do Grêmio diante do City Torque - Agora Já -

Três motivos para a derrota do Grêmio diante do City Torque



Tricolor criou poucas chances e estreou com derrota na competição continental

Foto: Grêmio foi superior em grande parte do jogo. Dante FERNANDEZ / AFP
9 de abril de 2026

O Grêmio estreou com derrota na Copa Sul-Americana. No 1 a 0 para o Montevideo City Torque, fora de casa, o torcedor tricolor viu mais um desempenho abaixo do esperado por parte do time gaúcho, que chegou ao quarto jogo sem vitória. O próximo desafio é o Gre-Nal 452, neste sábado (11), às 20h30min, no Beira-Rio.

Contra o clube uruguaio, na quarta-feira (8), O Grêmio foi a campo com um time alternativo. Ainda sim, a equipe contava com titulares do elenco e era superior ao grupo de jogadores do Montevideo City Torque.

Como Deportivo Riestra e Palestino empataram na Argentina, no outro jogo do grupo, o Grêmio termina a primeira rodada da Sul-Americana na lanterna do Grupo F.

Abaixo, Zero Hora aponta três motivos para a derrota do Grêmio para o Montevideo City Torque.

Falhas defensivas

Não foi uma boa noite para o sistema defensivo do Grêmio, que tinha em campo Weverton, Marcos Rocha, Balbuena, Kannemann e Caio Paulista. O goleiro gremista, por exemplo, que vinha de boa fase, e que fez grande defesa nos primeiros minutos, falhou no gol dos uruguaios, quando a bola passou por baixo de suas mãos.

Kannemann também deixou a desejar no lance e poderia estar mais próximo de Agüero no momento da finalização. O zagueiro argentino ainda foi driblado por Pizzichillo, que quase fez o segundo gol do Montevideo City Torque.

Outro que esteve abaixo foi Caio Paulista, jogador que parece ter virado a terceira opção de Luís Castro no setor. Com vocação ofensiva, ele mal atacou, e foi facilmente ultrapassado por jogadores do time da casa em alguns momentos. Chegou atrasado no gol do Torque.

“Cascudos” abaixo do esperado

Fora os atletas de defesa, outros jogadores mais consagrados do elenco gremista também tiveram um rendimento abaixo do esperado. O mais escancarado foi Braithwaite, que jogou uma partida completa pela primeira vez desde que rompeu o tendão de Aquiles, em setembro do ano passado. O jogador perdeu uma chance clara na primeira etapa, participou do lance que o árbitro assinalou pênalti, mas o VAR invalidou, e mostrou falta de ritmo em diferentes momentos.

No meio, Arthur não deu o ritmo esperado ao meio de campo e teve outra atuação sem brilho. Já Noriega também esteve apagado e foi salvo pelo VAR de ser expulso, ainda no primeiro tempo.

Nas pontas, Enamorado e Tetê empolgaram nos primeiros minutos, mas foram pouco incisivos na sequência. Já Amuzu, que entrou na etapa final, também não conseguiu contribuir o suficiente no ataque.

Segundo tempo de poucas chances

Por mais que o Grêmio não tenha feito uma grande primeira etapa, é inegável que o time piorou no segundo tempo. O Tricolor teve apenas uma chance clara de gol e veio aos 40 minutos. Após passe de Monsalve, André Henrique entrou cara a cara contra Torgnascioli. O brasileiro chutou rasteiro e viu o goleiro adversário defender.

É bem verdade que o arqueiro também só fez uma defesa no primeiro tempo. Contudo, o Grêmio soube criar mais oportunidades de perigo.

Fonte : GZH 
Foto : Dante FERNANDEZ / AFP

 


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