A meta é que estradas não piorem, diz Tarso sobre empresa de pedágio - Agora Já -

A meta é que estradas não piorem, diz Tarso sobre empresa de pedágio

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11 de outubro de 2012
O governador Tarso Genro voltou a falar sobre as mudanças nos pedágios no Rio Grande do Sul com a nova empresa pública que administrará o setor. Em entrevista, ele disse que algumas praças serão fechadas e outras terão redução de valor.
“Vamos tomar conta dos polos estaduais, terminado o contrato, e vamos manter os pedágios comunitários. Vamos baixar o valor dos demais. Vamos acabar com o polo de Farroupilha. Em Viamão, há uma discussão, temos três alternativas: manter, trocar de lugar ou terminá-lo, não temos uma definição ainda. O pessoal da EGR (Empresa Gaúcha de Rodovias) está fazendo esse estudo”, disse.
Em julho, o governador assinou termo de notificação extrajudicial para o fim dos contratos para a cobrança de pedágio com as concessionárias das rodovias estaduais. A notificação avisa as empresas que o término do contrato com o governo foi antecipado para o primeiro semestre de 2013. A partir de então, uma estatal será a responsável pelas estradas gaúchas, realizando as cobranças nas taxas de pedágio. Os vínculos foram firmados em 1998, durante o governo de Antônio Britto.
“Nossa primeira meta é que as estradas não piorem. Segundo, a partir desta estabilidade, desenvolvermos todos os planos necessários para melhor sinalização, assistência. Já estamos fazendo reuniões com as comunidades que utilizam para saber o que esperam da estrada, qual pedágio esperam pagar, e quais os benefícios que esperam ou demandam. Instalaremos nas regiões comissões de controle da própria comunidade para fiscalizar o trabalho da empresa pública”, explicou.
Segurança
Tarso Genro foi questionado sobre a segurança pública, uma das principais preocupações da população. O governador destacou o aumento de investimentos na área e a redução em índices de violência. “O orçamento da segurança publica em 2010 foi R$ 1,84 bilhão, em 2011, R$ 1,90 bilhão, em 2012 chegaremos a R$ 2 bilhões, em 2013 já mandamos orçamento de R$ 2,2 bilhões. Temos como resultado positivo a resolução de 71% dos casos de homicídios. Caíram também os latrocínios. Em agosto de 2012, em comparação a agosto de 2011, registramos queda de 44,4%. Na comparação de 2012 com 2011 tivemos queda de 17,2% só com a mudança operacional da Brigada e da Polícia”, comentou.
Segundo o governador, o modo diferente de agir causou a mudança de foco na ação dos criminosos. “Mudamos as formas de enfrentamento. As ações ainda não incorporaram os 750 novos policiais e os 2.750 brigadianos que estão sendo contratados. A Policia Civil passou a não atacar exclusivamente as bocas de fumo, mas as quadrilhas. Desmantelando inúmeras quadrilhas. A consequência é que os quadros intermediários, que dão suporte às quadrilhas, começam a disputar entre si os territórios. Como vamos aperfeiçoar? Continuar combatendo predominantemente as quadrilhas, continuar instalando os Territórios da Paz e incorporar os novos policiais nas ações”, explicou.

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