A alta dos combustíveis (parte I) - Agora Já -

A alta dos combustíveis (parte I)

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22 de fevereiro de 2018

O governo golpista de plantão juntamente com os entreguistas capitaneados pelos Golden Boys de Curitiba (Lavajateiros) são os grandes responsáveis pela gasolina aumentar toda a semana no Brasil. Em alguns estados como o do Rio Grande do Sul o resultado dos aumentos é ainda maior porque governantes como o Sartori que não acreditam em desenvolvimento, conseguiram nos últimos anos aumentar ainda mais a tributação sobre os combustíveis.

O que fez o governo? Inicialmente uma mudança da política de preços. Anteriormente, os reajustes eram definidos pela Diretoria Executiva da Petrobrás com base na análise dos preços internacionais no médio e longo prazo. Por isso, os reajustes não tinham uma periodicidade definida e dependiam, principalmente, das variações drásticas e da permanência das tendências de queda ou aumento do preço do petróleo. Agora, a política de preços fica a cargo de um Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP), formado pelo presidente da empresa e diretores das áreas de Refino e Gás Natural, Financeiro e Relação com Investidores. Com esse novo posicionamento, a companhia passa a assumir uma postura ainda mais capitalista — focada apenas em seu lucro.

A missão do atual presidente da Petrobrás é reduzir o máximo possível a presença da empresa no setor, entregando ao mercado não só os ativos nobres da empresa, como também toda a sua infraestrutura e logística. Em uma ação casada, ele alterou a política de preços de combustíveis e reduziu drasticamente a carga processada das refinarias, fazendo a estatal brasileira perder espaço no mercado doméstico de combustíveis para as suas concorrentes. Isso configura claramente sabotagem industrial.

Vamos aprofundar este que é o principal problema do país (hoje grande produtor de petróleo) que é o baixo índice de refino. Aliás, aqui é que se juntam os interesses dos golpistas com os dos Lavajateiros que é servir as companhias internacionais.  O parque de refino da Petrobrás está operando com pouco mais de 70% de sua capacidade.

Shell, Exxon, BP, Statoil são entre outras, empresas que patrocinam eventos do Lavajateiro Sergio Moro. Todas elas foram beneficiadas pelo governo Temer (amigo de Moro), levaram todo o petróleo do pré-sal por um preço 300 vezes mais barato que o valor de mercado. Na Inglaterra, Temer é chamado de MiShell Temer, pois está envolvido com negócios espúrios da empresa. Mais de 1 trilhão de prejuizo ao Brasil. Quem organizou a venda foi José Serra e Aloysio Nunes (do PSDB). Até hoje, Moro não prendeu nenhum membro do PSDB nem do DEM.

 

Natanael Mücke
Economista – CRE-RS 6593
(55) 3321 1300 – 1314 
Secretaria de Planejamento e Finanças de Cruz Alta


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