Atividade da indústria do RS fica estável em outubro, aponta Fiergs - Agora Já -

Atividade da indústria do RS fica estável em outubro, aponta Fiergs

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6 de dezembro de 2013
O desempenho do setor industrial do Rio Grande do Sul ficou estável em outubro, de acordo com levantamento divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). O índice somou 0,1% na comparação com setembro, sem os efeitos sazonais.
Das seis variáveis que compõem o Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), quatro ficaram negativas na passagem de setembro para outubro: o emprego (-0,9%), que devolveu os ganhos dos três meses anteriores; a massa salarial real (-0,5%), há quatro meses sem avanço; as horas trabalhadas na produção (-0,4%), completando seis meses sem expansão; e faturamento (-0,4%), que vinha de uma trajetória ascendente. Já os crescimentos foram verificados nas compras de matérias-primas, com 9,2%, apesar de apresentar ainda muita oscilação; e na utilização da capacidade instalada (0,3%), após três meses de queda.
Quando os dez primeiros meses do ano são comparados com o mesmo período de 2012, o IDI-RS acumula um aumento de 5,1%, com destaque para as compras de matérias-primas (13,1%) e o faturamento (10,5%). Já o cenário de moderação foi influenciado pelas horas trabalhadas na produção (1,9%), pela massa salarial (1,6%), utilização da capacidade instalada (0,7%) e, principalmente, pelo emprego (0,2%).
Nesta base de comparação, dos 17 setores analisados pela pesquisa, 13 mostraram aceleração da atividade em 2013. Os setores de veículos automotores e máquinas e equipamentos, que expandiram 12,4% e 10,6%, respectivamente, exerceram as maiores influências positivas. Outras contribuições importantes vieram das indústrias de borracha e plásticos, com 8%, e de alimentos, com 4,8%. Já os principais desempenhos negativos foram em Têxteis (-4,7%) e Couros e calçados (-1,7%).
“O resultado reforça o esgotamento de alguns fatores, sobretudo, os estímulos do governo, que sustentaram o recente processo de recuperação. Somaram-se a isso, a elevação das taxas de juros, o excesso de estoques e a baixa confiança dos empresários. A perspectiva para os próximos meses é de uma trajetória de crescimento moderada”, afirmou o presidente da Fiergs, Heitor José Müller.

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