Desarticulada quadrilha internacional de tráfico de drogas que agia no RS - Agora Já -

Desarticulada quadrilha internacional de tráfico de drogas que agia no RS

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4 de dezembro de 2013
Uma operação da Polícia Federal na terça-feira (3) desarticulou uma quadrilha de tráfico de drogas que atuava na Serra do Rio Grande do Sul. Além do estado, a ação policial teve repercussão também em Santa Catarina, Paraná e no Paraguai. O líder da quadrilha, um traficante paraguaio que era procurado pela Interpol, foi preso.
Policiais federais brasileiros e paraguaios cumpriram 26 mandados de prisão preventiva e 32 de busca e apreensão em Bento Gonçalves, Santa Tereza, Muçum, Marau e Guaporé, no Rio Grande do Sul; Barra Velha, Itajaí, Balneário Camboriú e Camboriú, em Santa Catarina; Santa Terezinha do Itaipu, no Paraná; e em Ciudad Del Este, no Paraguai.
Até por volta das 10h30, 25 pessoas haviam sido presas. Também foram detidas quatro pessoas em flagrante. Foram apreendidas uma dinamite, um detonador, uma pistola 9mm, uma espingarda cal.12, munições e cocaína em Bento Gonçalves.
A investigação iniciou depois que a Polícia Federal identificou ligação entre traficantes do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Nas cidades paraguaias de Amambay e Concepcion foram identificados cartéis de fornecimento da droga. O principal operador do consórcio dos fornecedores tem atuação em Ciudad Del Este, um narcotraficante paraguaio foragido do sistema prisional brasileiro, que é procurado pela Interpol, conforme a polícia. Este homem está entre os 25 detidos na operação
Os suspeitos de serem os principais compradores da droga são dois irmãos que há 20 anos atuam no tráfico de drogas na Serra do estado. Eles moram em Bento Gonçalves. As investigações apontaram que o grupo associou-se a empresários da região de Bento Gonçalves, que operacionalizam o ingresso da droga no Brasil, feita em fundos falsos estruturados em caminhões, em meio a carga de produtos legalizados, como resíduos plásticos recicláveis. Estes empresários mantinham contato diretamente com o narcotraficante procurado pela Interpol para comprar drogas.
Em Santa Catarina, a droga chegava até Itajaí oculta em tanques de combustível de caminhões ou em sacos de farinha. A troca de informações entre as Delegacias de Polícia Federal de Itajaí e Caxias do Sul possibilitou apurar a existência de alguns investigados em comum.

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