Fepam libera banho de mar na praia de Tramandaí - Agora Já -

Fepam libera banho de mar na praia de Tramandaí

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30 de janeiro de 2012

O mar da praia de Tramandaí, no Litoral Norte, está próprio para o banho, segundo nota divulgada nesta segunda-feira pelo Departamento de Qualidade da Fundação Estadual de Proteção Ambiental do Estado (Fepam). De acordo com o órgão, não foi verificada quantidade significativa de óleo, onde ocorreu vazamento do navio da Petrobras. A medida foi tomada após análise da água realizada no final de semana.

Segundo o texto, a Fepam está acompanhando o trabalho do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Capitania dos Portos do Estado para apurar a quantidade de óleo vazado no mar e os danos causados ao meio ambiente.

A Delegacia de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da Superintendência da Polícia Federal (PF) no Rio Grande do Sul (Delemaph) abriu inquérito, nesta segunda-feira, para apurar a autoria e a materialidade do crime ambiental decorrente do vazamento de petróleo em Tramandaí, no Litoral Norte.

A titular da Delemaph, delegada Aletea Kunde, comanda as investigações sobre o acidente ocorrido durante operação da monoboia do terminal de Osório da Transpetro – subsidiária da Petrobras.

Ibama elabora laudo técnico
Uma equipe técnica do Ibama, responsável pelo atendimento das emergências ambientais, se reúne nesta segunda-feira para iniciar a elaboração do laudo técnico sobre o vazamento de óleo.

Os analistas ambientais do órgão que acompanharam durante quatro dias o cumprimento por parte da Transpetro ao plano de emergência individual, exigido no licenciamento dos dutos e das monobóias, vão compartilhar as informações com técnicos da Marinha do Brasil e da Fepam, para juntos, analisarem todo os procedimentos adotados durante o vazamento.

Ao mesmo tempo, o Ibama aguarda o relatório da Transpetro sobre o atendimento à emergência. Após, será realizado o cruzamento de dados para quantificar o volume de óleo vazado e estipular o valor da multa.

O Ibama fará um contato formal com o Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos da Ufrgs (Ceclimar) para verificar a existência de animais afetados pelo vazamento. Nesta terça-feira, os técnicos do instituto retornam ao Litoral Norte para uma nova avaliação ambiental.

Correio do Povo


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