Granizo leva Bento Gonçalves a decretar situação de calamidade pública - Agora Já -

Granizo leva Bento Gonçalves a decretar situação de calamidade pública

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12 de novembro de 2013
A Prefeitura de Bento Gonçalves assinou decreto de calamidade pública por um período de seis meses, na segunda-feira. A próxima etapa é o pedido de telhas para a Defesa Civil do Estado, que deve analisar o decreto, além da solicitação de recursos junto ao Ministério das Cidades para amenizar os prejuízos que os produtores tiveram nos parreirais de uva. A Emater está realizando um levantamento dos problemas nas comunidades. Segundo a Defesa Civil do município, mais de 400 residências foram afetadas pelo granizo e 14 mil m² de lonas já foram distribuídos.
Uma casa desabou no bairro Tancredo Neves e os moradores foram encaminhados a um abrigo. A Defesa Civil ainda não divulgou um levantamento exato do número de pessoas que devem sair de casa.
No interior, o granizo destruiu parreirais e pomares de pêssego e outras culturas nos distritos de São Pedro e Vale dos Vinhedos. Em São Pedro, os prejuízos atingem cerca 60% dos parreirais, mas há locais em que as perdas são maiores, ultrapassando 90%. No caso dos pomares, a perda pode ser total, segundo a Emater.
Rede escolar afetada
Três escolas infantis do município tiveram as aulas canceladas na segunda-feira. Os telhados dos colégios foram afetados pelas pedras de gelo e a água invadiu salas de aulas das escolinhas Feliz da Vida e Raio de Sol, no bairro Borgo, e Recanto dos Beija-Flores, no Progresso. Cerca de 250 crianças ficaram sem aulas. Conforme a secretária municipal da educação, Iraci Lucchese Bastes, não há condições para o conserto dos estabelecimentos de ensino. “Não parou de chover, não posso solicitar que alguém suba nos telhados para fixar as telhas. Pedimos a compreensão dos pais”, resume.
Não há, ainda, uma estimativa financeira do estrago em 14 escolas que registraram problemas por conta do temporal. No bairro Fátima, os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Liette Tesser Pozza foram dispensados devido à falta de energia elétrica. No bairro Borgo, na Escola Municipal de Ensino Médio Alfredo Aveline, nove salas de aula ficaram alagadas, além da sala dos professores e dos corredores. Há buracos no telhado e os alunos foram dispensados à tarde.

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