Inter goleia o Ypiranga em Erechim e encaminha vaga na final do Gauchão - Agora Já -

Inter goleia o Ypiranga em Erechim e encaminha vaga na final do Gauchão



Colorado usou time alternativo e ganhou com gols de Aguirre, Thiago Maia e Zé Carlos (contra)

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15 de fevereiro de 2026

Quando o Gauchão começa, o campeonato parece mera formalidade para um Gre-Nal na final. Em 2026, até aqui, ao menos o Inter encaminhou metade da expectativa neste domingo (15). Um titular. Dois minutos. Um chute. Foi tudo o que o time de Paulo Pezzolano precisou no Colosso da Lagoa, no jogo de ida das semifinais.

O que veio a seguir foi um carnaval terminado em 3 a 0, com gols de Aguirre, Thiago Maia e Zé Carlos (contra). Ou alguém imagina que o Ypiranga reverterá a situação no jogo de volta, no sábado (21), no Beira-Rio?

Logo após o começo do jogo uma pergunta piscava no Colosso da Lagoa. Como o Inter ficou 33 anos sem vencer o Ypiranga em Erechim? Ao término dos 45 minutos iniciais, a questão foi retificada. O placar estava em 2 a 0, sem contar as chances desperdiçadas.

Apenas com Bernabei como titular, os colorados começaram o desfile aos 2 minutos. Em jogada rápida e de fôlego, Aguirre puxou a arrancada pela direita, tabelou com Tabata e concluiu para fazer 1 a 0. Por algum tempo, pareceu que a apresentação terminaria na comissão de frente.

O Ypiranga se desdobrou. Correu. Tentou. Mas o máximo alcançado foi o equilíbrio das ações em terreno infértil do campo. Nos 10 minutos finais, o ímpeto do Inter ressurgiu em lance digno de baile de gala. Tabata ajeitou para Thiago Maia encher o pé de fora da área e acertar o ângulo: 2 a 0.

Ainda havia tempo mais para uma, duas, três tentativas. Alerrandro, duas vezes, e depois Allex, esbarraram no goleiro Zé Carlos.

Segundo tempo

— No segundo tempo vai ter que virar — gritou um isolado torcedor do Ypiranga quando os times se retiraram para o vestiário.

Nem mesmo ele devia acreditar no que pedia aos jogadores do seu time. Mas não se pode dizer que os jogadores do Ypiranga não tentaram.

 

Ficou um acordo tácito nos movimentos iniciais. Os donos da casa se esforçaram, e o Inter jogava com o freio de mão puxado. Depois da entrada de Alan Patrick, causando frisson entre os colorados presentes no Colosso, os colorados mostraram que a situação estava sob controle.

Alerrandro teve chances. Depois, Juninho bateu o goleiro em belo cabeceio pelo alto, mas estava impedido. O terceiro gol do Inter saiu quase sem querer: Vitinho cruzou e o goleiro Zé Carlos colocou para dentro do próprio gol.

Eram 32 minutos do segundo tempo e todo mundo se perguntou: como o Inter ficou 32 anos sem vencer o Ypiranga em Erechim?

GAUCHÃO — SEMIFINAL — 15/2/2026

 

YPIRANGA (0)

Zé Carlos; Cleiton, Walce, Willian Gomes e Nicolas Schulz; Dionísio (Ramon Vinícius, 28’/2T) , Igor Silva (Adilson, 28’/2ºT), Lucas Ramos (Renan Gorne, 16’/2ºT), Felipe Ferreira (Marcelinho, 16’/2ºT) e Danielzinho; Gustavo Simões (Henrique, 33’/2ºT). Técnico: Raul Cabral

 

INTER (3)

Anthoni; Aguirre (Bruno Gomes, INT), Félix Torres, Juninho e Bernabei (Borré, 40’/2ºT); Thiago Maia (Villagra, INT), Bruno Henrique, Alan Rodríguez (Vitinho, 30’/2ºT), Allex, e Tabata (Alan Patrick, 14’/2ºT); Alerrandro. Técnico: Paulo Pezzolano

GOLS: Aguirre (I), aos 2, e Thiago Maia (I), aos 35min do 1º tempo; Zé Carlos (I, contra), aos 32min do 2ºT;

CARTÕES AMARELOS: Adilson, Marcelinho (Y); Aguirre, Allex (I);

ARBITRAGEM: Lucas Guimaraes Rechatiko Horn, auxiliado por Mauricio Coelho Silva Penna e Conrado Bittencourt Berger. VAR: Jean Pierre Goncalves Lima;

LOCAL: Colosso da Lagoa, em Erechim

Fonte, redação e fotos: GZH.


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