O trabuco de Panambi - Capítulo 06 - Agora Já -

O trabuco de Panambi – Capítulo 06

Foto:
24 de março de 2017

 “ TRIBUTOS – AUMENTO DE IPTU –  UM NOVO TEMPO “  

As Administrações Municipais e “outras” que assumiram com muitos projetos, necessitam de “recursos financeiros” para  cumprirem com sua agenda.

Ao observarem os recursos existentes, os dispêndios previstos, chegaram à conclusão que vai faltar dinheiro. (receita) Qual a solução? Chamar os “contribuintes” à complementarem o Caixa, ou se fossem da iniciativa privada, fariam uma “Chamada de Capital” ou uma “operação de crédito” – empréstimo (de preferência para o próximo pagar).

Em Panambi, o Secretário da Fazenda já deixou pistas  em entrevista concedida no inicio do ano, que há uma necessidade de mais R$ 5.000,000,00 (cinco milhões de reais) para completar uma Receita  algo em torno de R$ 120.000.000,00 ou seja Dez Milhões por Mês! Na realidade são projeções, porque a Fazenda já encontrou o Orçamento Anual aprovado pela pretérita administração.

Evidente que se buscam mais Cinco Milhões de Reais, o que será suportado pelos Contribuintes Panambienses. Se especula que a maneira de aumentar a receita sem aumentar impostos, seria encaminhar uma ATUALIZAÇÃO (eufemismo de aumento) DA PLANTA DE VALORES, (para 2018) com o que o percentual continua o mesmo, mas o valor incidirá sobre um valor “atualizado” do imóvel. Exemplo, se o seu imóvel possui  valor “venial” de R$ 100.000,00  com uma atualização do valor da “planta” pode dobrar… triplicar…depende, mas certamente NÃO IRÁ REDUZIR – porque atualizar também seria considerar que o valor diminuiu com a crise.  Então estejam vigilantes, vejam quanto pagou em 2017 … comparem com 2018….2019… porque UM NOVO TEMPO CHEGOU, com aumentos! Afinal, como cumprir a agenda e pagar todo esse pessoal na Administração Municipal?

UMA SINALEIRA NO PAÇO MUNICIPAL – CRISES  – Em Nome do Pai  – Conforme comentam,  o Paço Municipal está com muito  trânsito de pessoal. Alguns críticos, em tom de blague, dizem que seria o caso de instalar sinaleiras e estender atribuições aos “Azuizinhos” no Palácio Municipal. Isso poderá até  gerar “crises” de gerência – muitos caciques  e poucos “Indios” Assim, vai dar “baixa” ligeirinhoA travessia é longa, ainda há quase 04 anos até 2020! Como conciliar a fome e a ganância! Chama o Pai para intermediar!

Explica-se – Panambi possui atualmente menos de 40 mil habitantes, segundo informações dos experts que calculam o número de pessoas. (IBGE) Como há informes,  que atualmente estão laborando na Administração Pública, em torno de 1.600 – UM MIL E SEISCENTOS – Servidores – Concursados, Cargos em Comissão (nomeados livremente sem concurso, os chamados QI – Quem indica) e outros, teríamos em Panambi um PERCENTUAL de 4% (QUATRO PORCENTO) da população empregada no Municipio! (no caso se considerar a PEA, população economicamente ativa, excluindo idosos, crianças, incapacitados, seriam talvez uns 20% –  seria um absurdo – mas é a verdade)

Para comparar, a valer esses números de Panambi,  uma cidade como São Paulo, que possui cerca de 10/12 milhões de habitantes, teriam  por esses critérios empregados  uns 500.000 (QUINHENTOS MIL) servidores! Outra cidade, só de Serventuários!  Diminuindo o desemprego!

Deve ser o chamado PREÇO DA DEMOCRACIA!

Quem sabe um Administrador (pode ser o Chefe) explica  melhor isso!

TRIBUTOS – PREPAREM-SE…o  Município,   Estado e a União estão com fome!

Os periódicos já estampam noticias no sentido de que os Contribuintes serão chamados a  cobrir os “déficits” dos Orçamentos. Voracidade Fiscal! Derrama!

A União já  fala em aumentar Impostos sobre Combustíveis,  ou criar o terrível Imposto do Cheque, de triste lembrança.(Você pode ter esquecido .. o Governo não)  O Ministro da Fazenda informa que precisa agora em 2017 de mais 40 bilhões de reais! Já sabe de onde virá esse montante? Do seu bolso, ora!

O Estado, já aumentou ICMS, entre outros. As taxas do Detram,  o IPVA, e um sem número de tributos/taxas, chegam a travar completamente o desenvolvimento da economia, com o que diminuem os investimentos, os empregos…e ai vai… o limite é o céu! Perderam o rumo, estão sem bússola! Onde está  o Norte?

No Município, o Secretario da Fazenda já enviou sinais, que necessitaria de mais 5 milhões de reais, havendo expectativa de aumento do IPTU via revisão da Planta de Valores… O discurso sempre o mesmo – (In) Justiça tributária, porque há distorções… a verdade é outra!

PREVISÃO DO TEMPO – De maneiras, que em se tratando de tributos –  todos falam o mesmo idioma! Concluindo – preparem os bolsos  para  UM NOVO TEMPO –  de TEMPORAIS E VENTANIAS, quiça FURAÇÕES!

UM TRIBUTO À QUEM TRABALHA(OU)  POR PANAMBI SETOR CULTURAL.

“POVO SEM CULTURA – POVO SEM MEMÓRIA – POVO SEM FUTURO”.

Panambi sempre foi uma cidade devotada aos valores culturais, religiosos, voltadas ao trabalho, valorizando a música especialmente. Por isso vamos abordar o tema.

Panambi abrigou muitas lideranças, pelo que peço vênia para lembrar de algumas dessas pessoas. Vou incluir aos poucos, porque são muitas.

Na área musical, que pode esquecer da Professora Liane Fensterseiffer – hoje residente em Pelotas  RS,  que formou, incutiu e despertou em centenas de panambienses o apego à musica.(especialmente piano)  Quem esquece o “Conjuntão” que até  viagem internacional fez! Apresentação na Alemanha (varias cidades) e Paris!

A Professora Gunda Küttel , (Flauta) também não pode ser esquecida! (reside em Florianópolis-SC).

CANTINHO DA SAUDADE –  Aos que já partiram, nosso reconhecimento e lembrança.

O Maestro (Regente) Werner Blauth –  exemplo de dedicação aos Corais, chegou a reger mais de 20 Corais, pessoa profundamente arraigada ao interior do município, especialmente Rincão Fundo!

Por evidente que o Maestro da Banda Municipal – Hermann Molz – de agradável memoria, fundador da Banda e Autor do Hino Panambiense, não pode ser esquecido. Na citação do Maestro Molz e sua Banda, homenageamos também os  vibrantes integrantes ativos e inativos  da “Furiosa” do  “Ricardinho e do Peri”.

Outra lembrança –  TALVANI  BACKER, destacado músico, Cantor panambiense. Quem viu Talvani Backer cantar, não pode esquece-lo! Fundador da Boate El Farolito, marcou época na “noite” panambiense e regional.(pela boa música) Sua Banda Musical,  fazia “tournés” Brasil  afora, inclusive com memorável excursão Internacional, (Sul Americana, Bolivia/Peru entre elas). A última vez que assisti uma apresentação de Talvani, foi talvez o ultimo grande evento social do Gremio Desportivo Panambi,(centro) que lotou de verdade! Não havia mais lugar para ninguém! No entanto – tudo passa – mas ficam em nossas retinas as agráveis lembranças de Talvani, que com certeza deve ser incluído no CANTINHO DA SAUDADE!

Ainda o ESPIRITO DA COISA –  Outro conjunto musical que marcou época em Panambi,  o Grupo “O Espirito da Coisa” que tinham como integrantes, profissionais liberais como  Luiz Schneider(Cotripal), Bibão (Advogado Dr Manfred LIpke); Luiz Piva (Recopal), Dr. Norton (Odontologo) e Cardiologista Dr Schmitz.(houveram outros integrantes) A presença da Banda era garantia de bom gosto musical e era Sucesso na certa! Música  dos anos 60 a 90 – Beatles, Irmãos Carpenter,  Be Gees.. Rolling Stones..etc.  Muita saudade!

Ainda, os conjuntos musicais inesquecíveis como  os 3 XIRUS, (de Bruno Neher), AGUIA BRANCA,( compositor e musico Walmor Stüermer e Orlando Dias,  empresário Eloi Wendland) Os Filhos de Panambi, Cia do Baile, (Cesar e Ivar Rahmaier, além de George Stiegmeier) e outras, que nos penitenciamos não cita-los. Na área Tradicionalista, dedicaremos capitulo especial.

Que dizer da família Rahmaier – músicos que contribuíram de forma inesquecível, em Corais,(Donald, Orlando)  Instrumentais (Jorge) e nosso sempre presente Papai Noel. Nossa homenagem!

Em próximos artigos iremos incluir  outras personalidades culturais. A lista é grande!

Assim, caminha a Humanidade!

                        Boa Leitura! Até a próxima!


(55) 3375-8899, (55) 99118-5145, (55) 99119-9065

Entre em contato conosco

Copyright 2017 ® Agora Já - Todos os direitos reservados
error: Conteúdo protegido! Cópia proibida.