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Operação Tomahawk II continua prendendo traficantes em Panambi

13 de dezembro de 2011

Operação Tomahawk II continua prendendo traficantes em Panambi
Mais dois integrantes da quadrilha de Leonaldo Gioglane Oliveira foram presos na segunda-feira.

Iniciada a um mês, depois de um ano de investigações sigilosas a Operação Tomahawk II, continua surtindo efeitos positivos no combate ao narcotráfico. Já estão fora de ação 17 integrantes da quadrilha liderada pelo apenado Leonaldo Gioglane Oliveira, que de dentro da Penitenciária Modulada de Ijuí comandava as ações de narcotraficância em Panambi e cidades da região.
As ações desencadeadas pela Polícia Civil a um mês, já haviam culminado na prisão de 15 elementos, na segunda feira(12) mais dois integrantes da quadrilha foram presos. Assim já são 17 os presos, mas a Operação prossegue e mais pessoas podem ser presas. É um trabalho que precisa ser realizado com muita prudência e competência pela Polícia Civil, porque o grupo é grande e mantém um sistema de informações, mantendo seus integrantes informados a respeito das prisões, sempre que um dos elementos da quadrilha vem a saber que “caiu a casa” ( o que no linguajar do sub mudo do crime, quer dizer, a polícia descobriu nossas ações) tratam de se precaver e muito chegam a mudar de cidade para não serem apanhados.
Na segunda feira, foram presos Elesandro de Jesus Lima, 31 anos, encontrado pela manhã na Avenida Presidente Kennedy, já Diego Bieleski da Silva, 20 anos, foi preso na Rua da Palmeira. A permanência dos dois elementos em Panambi, mesmo depois de tomarem conhecimento de que seus comparsas já haviam sido presos, mostra que é em Panambi que está montado o esquema de narcotraficância. A Polícia Civil não está dando tréguas para os elementos identificados e a Operação Tomahawk II, tem tudo a ver com a sugestão do seu nome. Os marginais estão sendo buscado em todos as cidades onde a organização criminosa mantém seus tentáculos.
Muitas pessoas nos abordam e perguntam o que significa este nome que a Polícia Civil colocou na operação desencadeada contra a narcotraficância em Panambi.
Respondemos este questionamento que serve, até mesmo, como conhecimentos gerais, informando que o nome é apenas uma sugestibilidade momentânea, ela busca dar um sentido análogo para uma ação em algum evento já ocorrido. O míssil Tomahawk é o mais devastador dos mísseis, é o RGM-109A, dado ser a versão do Tomahawk armada com uma ogiva nuclear com um poder destrutivo espetacular, atinge seus objetivos em vários locais. Como a ação da Polícia Civil precisa ser realizada em várias cidades conectivas dos narcotraficantes, o nome é sugestivo porque atinge vários pontos.
TOMAHAWK = BGM-109 Tomahawk, também conhecido como Tomahawk Land Attack Missile (TLAM – Míssil Tomahawk de Ataque a Superfície) é um míssil de cruzeiro de longo alcance, subsônico. Foi introduzido pela General Dynamics na década de 1970, tendo sido inicialmente concebido como um míssil de médio-longo alcance, de baixa altitude, que pudesse ser lançado a partir de um submarino submerso. Ao longo da sua existência sofreu vários melhoramentos e é actualmente desenvolvido pela Raytheon. Alguns Tomahawks chegaram também a ser produzidos pela McDonnell Douglas.
Dada à explicação, um alerta aos traficantes que ainda insistem em permanecer nesta ação ilícita usando Panambi como ponto-base. O Tomahawk vai explodir em ti e teu destino será a prisão.

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