Sexta-feira deve seguir com sol e algumas nuvens - Agora Já -

Sexta-feira deve seguir com sol e algumas nuvens

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28 de setembro de 2012
A umidade provocada por uma massa de ar frio atuando no oceano, ao longo da costa, seguirá provocando pancadas de chuva fraca nesta sexta-feira, intercaladas por períodos de sol no Litoral, na Região Metropolitana e na Serra. No centro e no oeste do Estado, o tempo será seco, com predomínio do sol entre nuvens.
A sexta-feira começará com mínimas entre 3°C e 4°C, na Serra, mas ventos quentes voltarão a soprar no norte do país, provocando a elevação das temperaturas. A máxima deverá chegar a 25°C, no Oeste, iniciando um período de aquecimento que deve levar os termômetros para perto dos 30°C no domingo.
No sábado, o sistema sobre o oceano se afasta da costa e não há previsão de chuva associada à umidade do mar. Mas o avanço de áreas de instabilidade desde a Argentina e o Uruguai poderá provocar, no decorrer do dia, pancadas isoladas e de baixo acumulado na Campanha, na Fronteira Oeste e no Litoral Sul — a tendência é de chuvas alternadas com períodos de sol entre nuvens tanto pela manhã quanto à tarde.
No restante do Estado, inclusive na Capital, o tempo permanece seco, porém nublado. Os ventos ainda soprarão do Norte e a temperatura continuará subindo. O dia deve ter mínima de 6°C, na Serra, e máxima de 26°C, no Oeste.
Meteorologia prevê temporais “intensos e duradouros” na próxima semana
A chuva volta com força na domingo, quando as áreas de instabilidade se transformação em uma frente fria que deverá estacionar sobre o Rio Grande do Sul e deixar o tempo chuvoso ao longo de toda a próxima semana, a primeira do mês de outubro. Podem ocorrer “temporais intensos e duradouros”, observa o meteorologista Celso Oliveira, da Somar Meteorologia.
Segundo ele, o dia de maior risco será na terça-feira, quando os acumulados podem chegar a 70 milímetros na Fronteira Oeste, correspondendo à0 metade da média de outubro
— Se o Centro e Leste foram mais castigados pelos temporais da semana passada, desta vez teremos que olhar para o outro lado do Estado — explica Oliveira, prevendo que a região da fronteira com a Argentina será a mais afetada pela chuva prevista para a próxima semana.
Segundo Oliveira, os produtores da região que pretende realizar o replantio do milho terão no máxima quatro dias antes da chegada da chuva.

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